企業の持続可能性とESG:社会的責任ある組織構築における経営上の課題
SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL E ESG: DESAFIOS ADMINISTRATIVOS NA CONSTRUÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS (原題)
Oestreicher, Thomé Bayma, Leal, Rubens Savaris, Arruda, Fabio Antonio da Silva, Viana, Nayara Carolina Ribeiro Tavares, Abreu, Cibely Maria Ferreira de, Cunha, Ivan Carlos Moura da, Castro, Fernanda Ernesto Machado Félix de, Tavares, Valquíria do Nascimento, Aguiar, Murillo Nazareno Cavalcante
🤖 gxceed AI 要約
日本語
本稿は、ESG要素を企業戦略に統合する際の経営上の課題を、文献レビューとブラジル企業(Vale、Suzano、Itaú Unibanco)の事例から分析する。抵抗、測定困難、グリーンウォッシング等の障壁を指摘し、実質的な統合の重要性を強調。IFRS S1/S2やブラジルCVM規則の動向も考察。
English
This paper analyzes administrative challenges in integrating ESG factors into corporate strategy, based on literature review and Brazilian corporate examples (Vale, Suzano, Itaú Unibanco). It identifies barriers such as cultural resistance, measurement difficulties, and greenwashing risks, emphasizing the need for substantive integration. It also discusses IFRS S1/S2 and Brazilian CVM regulations.
Unofficial AI-generated summary based on the public title and abstract. Not an official translation.
📝 gxceed 編集解説 — Why this matters
日本のGX文脈において
ブラジル発のESG統合課題は、日本企業のSSBJ対応や統合報告書の実践にも示唆を与える。特に、報告書作成と実質的な経営統合の乖離リスクは、日本の有報・サステナビリティ情報開示の質向上に参考になる。
In the global GX context
This Brazilian perspective on ESG integration challenges complements global disclosure scholarship by highlighting the gap between reporting and substantive management. It offers insights for ISSB/CSRD implementation, especially regarding materiality and greenwashing risks.
👥 読者別の含意
🔬研究者:Provides a structured overview of ESG integration barriers and links to financial performance literature.
🏢実務担当者:Highlights common pitfalls in ESG integration and the importance of aligning reporting with core management processes.
🏛政策担当者:Notes the regulatory shift in Brazil (CVM resolution) and its implications for voluntary vs. mandatory disclosure regimes.
📄 Abstract(原文)
A crescente valorização da sustentabilidade empresarial tem ampliado a incorporação de critérios ambientais, sociais e de governança, sintetizados pela sigla ESG (Environmental, Social and Governance), aos processos de planejamento, gestão de riscos, alocação de capital, relacionamento com stakeholders e prestação de contas das organizações. Este artigo analisa os principais desafios administrativos envolvidos na integração dos fatores ESG à estratégia corporativa, discutindo suas implicações para a responsabilidade social, a governança, a competitividade e a geração de valor no longo prazo. A pesquisa possui abordagem qualitativa, caráter descritivo e natureza bibliográfica e documental, fundamentando-se em autores como Freeman, Carroll, Elkington, Porter e Kramer, Eccles, Ioannou e Serafeim, Friede, Busch e Bassen, Khan, Serafeim e Yoon, Delmas e Burbano e Berg, Kölbel e Rigobon. Complementarmente, examinam-se documentos regulatórios e relatórios corporativos publicados por Vale, Suzano e Itaú Unibanco referentes ao exercício de 2025, utilizados como exemplos de institucionalização das agendas de sustentabilidade em diferentes setores econômicos. A análise demonstra que a efetividade do ESG depende de sua integração aos processos centrais da administração e não apenas da produção de relatórios ou compromissos públicos. Entre os principais obstáculos identificados encontram-se resistência cultural, fragmentação organizacional, dificuldades de mensuração, heterogeneidade dos ratings ESG, custos de adaptação, gestão da cadeia de valor, estabelecimento de métricas materiais e riscos de greenwashing. A literatura indica que práticas de sustentabilidade materialmente relevantes podem estar associadas a desempenho financeiro, reputação, resiliência e redução de riscos, embora essa relação varie conforme setor, qualidade da gestão, horizonte temporal e materialidade das iniciativas. O avanço dos padrões IFRS S1 e IFRS S2 e das normas europeias de divulgação demonstra crescente institucionalização das informações de sustentabilidade. No Brasil, entretanto, a Resolução CVM nº 244/2026 revogou a obrigatoriedade anteriormente prevista de adoção do reporte ISSB pelas companhias abertas, mantendo um regime voluntário estruturado. Conclui-se que a sustentabilidade empresarial passou a constituir dimensão estratégica da gestão contemporânea, mas sua capacidade de gerar legitimidade e valor depende de governança efetiva, indicadores verificáveis, coerência entre discurso e prática e incorporação dos fatores socioambientais às decisões organizacionais.
🔗 Provenance — このレコードを発見したソース
- Zenodo https://zenodo.org/records/22065053first seen 2026-08-24 04:30:19 · last seen 2026-09-06 04:33:39
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